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Setembro amarelo, entenda a importância e o impacto de falar sobre o tema

O Setembro Amarelo envolve diferentes esferas da sociedade e se tornou um importante movimento coletivo para promover a saúde mental e dar suporte a quem precisa. O Setembro Amarelo foi...

O Setembro Amarelo envolve diferentes esferas da sociedade e se tornou um importante movimento coletivo para promover a saúde mental e dar suporte a quem precisa.

O Setembro Amarelo foi criado para as pessoas se engajarem sobre o combate ao suicídio, com dicas para educar e conscientizar. O mês se tornou uma das principais épocas onde empresas desenvolvem conteúdos, ainda mais voltados para o endomarketing.

O mês foi escolhido por que o dia 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, a cor amarela por sua vez, foi definida por significar ATENÇÃO. A importância desta sazonalidade que já acontece há alguns anos, é por que o suicídio ainda envolve muitos tabus.
É possível criar uma diversidade de conteúdos, bem como usar dados de órgãos oficiais que lidam com esse tipo de comportamento profissionalmente.

A Campanha Setembro Amarelo é uma iniciativa do CVV (Centro de Valorização da Vida). O CVV  é uma organização que presta serviço voluntário de apoio emocional, juntamente com a prevenção do suicídio.

O CVV disponibiliza chat, telefone (188) e e-mail, além de atender todas as pessoas que precisem de ajuda de forma totalmente sigilosa.

A CentralAr.com apoia essa causa por acreditar no potencial de cada pessoa, do mesmo modo que acredita que a vida de cada um é importante e deve ser valorizada. Fazemos questão de falar sobre esses temas devido a tamanha importância que tem para o desenvolvimento de nossa sociedade.

Abaixo, separamos algumas dicas (Ministério da saúde) leia, aprenda e faça sua parte:

1. Ouça mais, fale menos: Encontre um momento apropriado e um lugar calmo para falar sobre suicídio com essa pessoa. Deixe-a saber que você está lá para ouvir, ouça-a com a mente aberta e ofereça seu apoio.

2. Incentive uma consulta profissional: Incentive a pessoa a procurar ajuda de um profissional, como um médico, profissional de saúde mental, conselheiro e/ou assistente social. Se necessário, se ofereça para acompanhá-la a uma consulta.

3. Fique perto: Se você acha que essa pessoa está em perigo imediato, não a deixe sozinha. Procure ajuda de serviços de emergência, um serviço telefônico de atendimentos a crises, ou consulte algum familiar dessa pessoa.

4. Previna: Se a pessoa que com quem você está preocupado (a) vive com você, assegure-se de que ele (a) não tenha acesso a meios para provocar a própria morte (por exemplo, pesticidas, armas de fogo ou medicamentos) em casa.

5. Mantenha contato: Enfim, fique em contato para acompanhar como a pessoa está passando e o que está fazendo. Saber o que NÃO DIZER também é muito importante para não piorar a situação. Atente-se para não condenar, banalizar, ou coisa do tipo, com isso só prejudicará quem já está fragilizado.

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